COORDENADORES DO PROGRAMA “MAIS EDUCAÇÃO” FAZEM REUNIÃO TÉCNICA EM COLINAS E DEBATEM SOBRE A INSERÇÃO DO ESPORTE NAS ESCOLAS

Foto tirada no CINEC

Colinas sediou nesta terça-feira, dia 28 de janeiro, uma reunião técnica com os coordenadores do programa “Mais Educação”. O encontro reuniu dezenas de coordenadores de várias cidades da região com o objetivo de discutir a inserção do esporte nas escolas.

A inclusão de esporte nas escolas é um programa federal e já contempla mais de 20 mil escolas em todo o Brasil com mais de 3 milhões de alunos do ensino fundamental da rede pública. Para discutir sobre o tema, o governo federal enviou a Colinas a coordenadora do programa no Ministério dos Esportes, Cláudia Bernardo, que tirou a dúvida dos presentes, além de explicar passo a passo como é feita a adesão de cada escola e quem pode participar.

A coordenadora lembrou que cada escola deve indicar os coordenadores, monitores e facilitadores, além inscrevê-los no site do programa. Ainda de acordo com Cláudia Bernardo, as vagas estarão abertas até o dia 31 deste mês.

Auditório do CINEC

Auditório do CINEC (Foto: Baixinho)

Fruto da parceria entre o Ministério da Educação e o Ministério dos Esportes, o programa visa levar esporte a todos os brasileiros. Em Colinas programa irá atender 768 alunos e 4 escolas, sendo que para isso 10 monitores cuja qualificação ficará a cargo do Ministério dos Esportes.

A coordenadora disse também que, da qualificação até a execução do programa, o Ministério dos Esportes dará aos instrutores para a qualificação materiais didáticos e recursos financeiros. Por sua vez, as escolas devem oferecer um espaço apropriado para todas as atividades.

Todas estas discussões foram acompanhadas de perto pelo prefeito Antonio Carlos, pelo secretário de esportes de Colinas, João Haroldo, pela secretária de educação, Mauricélia Matos, e outras autoridades, incluindo o secretário de comunicação da Prefeitura de São Luís,  Márcio Jerry.

Os treinamentos de monitores serão realizados em dois dias, ainda a serem definidos, e será num pólo escolhido pelas cidades participantes para evitar grandes deslocamentos. Colinas, por sua localização estratégica, e com estrutura como quadra poliesportiva, campo de futebol e boas escolas, deve ser a cidade escolhida para sediar o treinamento.

Fonte: Portal da Prefeitura Municipal de Colinas

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SÓ FALTAVA ESSA: TV NOVA ERA DEVE DIZER HOJE QUE ASFALTAMENTO DE RUAS É TAMBÉM EMENDA DE CARLOS BRANDÃO

Incrível como as matérias do jornaleco da infratora Nova Era já estão beirando ao ridículo. De acordo com os maluquetes  que editam as REPORCAGENS que vão ao ar diariamente, tudo que acontece em Colinas é fruto de emendas parlamentares do deputado Carlos Brandão.

O mais incrível nisso tudo é que durante os governos de ZH/Valmira quase nada aconteceu em Colinas, mas agora, na gestão do adversário, todas as ações implementadas pela prefeitura, ou até as obras resultados de convênios – e frutos de empenho pessoal do prefeito – estão acontecendo também porque o Carlos Brandão mandou.

Essa semana teve início o asfaltamento de diversas ruas do centro da cidade e de alguns bairros, dentre os quais o Curimatã e a Liberdade, resultados de convênios firmados entre a prefeitura colinense e governo do Estado. Pois não é que a TV infratora (que rouba preciosos minutos da programação da Globo) já mandou seus repórteres pra fazerem cobertura para mais tarde informar no jornaleco que até isso é emenda de Carlos?

Que o colinense não se espante se a qualquer momento a Nova Era informar que as chuvas, raios e trovões que caem na cidade são também resultados do empenho do deputado em Brasília.

Cara de pau pra isso e muito mais eles tem de sobra.

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PRESIDENTE DA AL OFICIALIZA ENTREGA DE TRATORES AOS TRABALHADORES JATOBAENSES

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo, esteve presente na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Jatobá, no último dia 14 de janeiro, na solenidade de entrega de tratores aos trabalhadores rurais do município.
Na ocasião, a prefeita Consuêlo Lima apresentou ao povo a frota de máquinas pesadas adquiridas em sua gestão por intermédio dos governos federal e estadual.  Em seu discurso, a gestora jatobaense disse que todo o esforço valeu a pena, tendo em vista a necessidade do município.
Consuelo disse ainda que um dos principais objetivos de seu governo é interligar, através de estradas vicinais, todos os povoados a sede do município, bem como melhorar o acesso do homem do campo até a porteira de suas lavouras.
A prefeita disse também que irá manter todas as máquinas um ótimo estado de conservação para que todos possam, além de escoar sua produção, transitar livremente sem obstáculos no raio que compreende os limites territoriais do município.
Por sua vez, o deputado Arnaldo Melo destacou a importância de granjear tantas máquinas para o município, frisando que o governo federal, em parceria com os estados e municípios, está transformando sonhos em realidades. O deputado destacou também a importância do trabalhador rural para sociedade, afirmando que “quando o homem do campo não planta, o homem da cidade não janta”, e agradeceu ao povo de Jatobá pela contribuição e apoio em todos os seus mandatos.
O secretário adjunto de agricultura do município, Armando de Moura Feitosa, o Feitosinha, fez referência a um projeto que tanto sonhou realizar desde 1988 quando concorreu ao legislativo pela 1º vez. Diante desta proeza do poder executivo municipal em convênio com a união e o estado, o secretário adjunto disse sentir-se realizado em poder contribuir com a melhoria da qualidade de vida do homem do campo. “Estou me referindo ao homem do campo, uma vez que são sete máquinas agrícolas prontas para desbravar o matagal e ajudar os agricultores de nossa terra a aperfeiçoarem seus trabalhos”, disse.
Participaram ainda da solenidade o ex-prefeito Miguel Bento, o vice-prefeito Edmilson Alarico, os vereadores Moraes (presidente da Câmara), Nega Sanfoneira, Luzivan da Taboca, Adão  Sousa, Ivo de Axixá, Gil dos Cachimbos e Robertinho.
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FÁTIMA OLIVEIRA: A CAPITANIA HEREDITÁRIA DO MARANHÃO JÁ DEU ATÉ O QUE NÃO TERIA DE DAR

Por Fátima Oliveira, em OTEMPO

Teoricamente, sociólogos dariam governantes comprometidos com a cidadania. A vida diz que não! É só relembrar os oito anos de governo de FHC e os 20 de Roseana Sarney no Maranhão. Ambos sociólogos.

A mídia e o governo Dilma tipificam de “crise” as cenas de banditismo que amedrontam o povo e acuam o governo no Maranhão. Discordo. Não há crise. Há exibição pública do gerenciamento habitual de um Estado à la clã Sarney – como propriedade privada da família! O desmantelo não é de hoje e confirma a célebre frase que “Não há vazios na política”. Quando um governo não comparece, outros assumem o poder de mando.

Quem detém o poder de mando no momento é o crime organizado e entrincheirado, como disse Alberto Dines, na bastilha maranhense de Pedrinhas (“A ilha de felicidade chamada Maranhão”, 11.1.2013): cria do descontrole carcerário e da imoral terceirização dos serviços, que enche de reais as burras dos amigos, usurpando o direito de ir e vir na ilha de São Luís e matando inocentes. Como Roseana não é responsável? Como uma socióloga não sabe lidar com o sistema penitenciário? A Suécia já demonstrou como se fecham presídios!

A capitania hereditária do Maranhão já deu até o que teria de não dar: uma mártir da violência, Ana Clara Santos Sousa, 6, incendiada que morreu quase à míngua, sem acessar cuidados especializados. No Maranhão, não há unidade de queimados nem pra fazer um chá! As bravatas e lágrimas de natureza escorpiônica do senador e da governadora Sarney são de uma hipocrisia inominável.

O Palácio dos Leões é a casa paterna de Roseana – quando o pai foi eleito governador, ela estava com 12 anos (1966) –, onde, até hoje, usufrui benesses palacianas rodeada de mucamas e lacaios, que cuidam para que nada amue a “Branca”, apelido não à toa! Ser chamada de “Branca” no Maranhão, ainda muito marcado pelas relações escravocratas, possui o significado inequívoco de “sinhazinha”, cercada de mimos, até gastronômicos. Tem sido assim nos quatro mandatos da governadora.

A capitania hereditária do Maranhão já deu o que tinha de dar para os Sarney, hoje riquíssimos. O Maranhão está com parte de seu tecido social esgarçado e o povo sitiado porque eles permitem, via omissão.

Se restasse algum “senso de loção”, o pai deixaria que ela trocasse o repouso sexagenário na ilha de Curupu (Raposa, MA) para a ilha de Manhattan (Nova York, EUA), como ela deseja. Mas a vasilha do ter nunca enche, e a sede de poder é inesgotável: a família exige que ela volte para o Senado! É o tributo de gênero das mulheres que entraram na política “tendo como base o poder ancestral, especificamente o patriarcal” (Fátima Oliveira, “Em nome do pai… e do clã”, 2002).

No domingo passado, pai e filha publicaram dois artigos que parecem paridos da mesma pena, cuja tônica é a fuga da responsabilidade pelo caos, nos quais dizem que o “Maranhão nunca teve tradição de violência… O que se passou em Pedrinhas é ato de selvageria e barbárie” (“O Maranhão de verdade”, Roseana Sarney, “FSP”, 12.1.2014) e “O Maranhão nunca teve uma tradição de violência. Sempre fomos gente de paz… O Maranhão não merece o que aconteceu em Pedrinhas” (“A violência em seu labirinto”, José Sarney, “EMA”, 12.1.2014). Os crimes do latifúndio e a pistolagem persistem.

Ou seja, padre Antônio Vieira estava certo quando disse, em “Sermão da Quinta Dominga da Quaresma”, “No Maranhão a corte da mentira. O galante apólogo do diabo. O M de Maranhão. No Maranhão até o sol e os céus mentem”.

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ATRAVÉS DE “SEUS GOVERNANTES VITALÍCIOS”

Publicado em Notícias do Maranhão Escrito por João Badeco Seja o primeiro a comentar!

Leio com assombro as notícias que chegam do Maranhão. Imagens e relatos dolorosos e repugnantes despejados em tempo real em sites, jornais e telejornais, escancarando a nossa vergonha e impotência diante de barbaridades que já extrapolam nossas fronteiras e repercutem mundo afora.

Como todos, estou pasmo. Mas nem tanto. Nasci no Maranhão e sei que a barbárie (a todos agora revelada de um modo talvez sem precedentes) já impera há anos na prática de seus governantes vitalícios, que agem como os velhos donos das capitanias hereditárias do passado.

Se o crime organizado neste momento dá as cartas e oprime o povo com ameaças e ações dignas dos mais perigosos terroristas, é porque há uma natural permissão -a impunidade crônica dos oligarcas senhores feudais, que comandam (?) o Estado com mãos de ferro há 47 anos (a minha idade exatamente) e que, ao longo desse tempo, vem cometendo atrocidades sem castigo, com igual maldade, típica dos grandes tiranos e ditadores.

Esses donos do poder maranhense (e nunca dantes a palavra “dono” foi empregada com tanta adequação como aqui e agora) são exemplo e espelho para que criminosos ajam sem nenhum medo da punição.

Pois a miséria extrema que assola o Estado há décadas, o analfabetismo estimulado pela sanha dos coiotes ávidos de votos, a cultura antiga de currais eleitorais, a corrupção mais descarada do mundo e o atentado ao patrimônio histórico de sua bela e triste capital são crimes tão hediondos quanto os cometidos no complexo penitenciário de Pedrinhas.

A diferença crucial é que, enquanto os bandidos que agora aterrorizam (e matam) a população aos olhos assustados da nação estão em presídios infectos e superlotados, os criminosos de colarinho branco (e terninho bege) habitam palácios.

No meio do caos, soa tão patética quanto simbólica a notícia veiculada dias atrás neste jornal sobre abertura de licitação para o abastecimento das residências oficiais da governadora.

A lista de compras é de um rigor e de uma opulência espantosos. Parece coisa da monarquia francesa nos dias que antecederam sua queda.

No presídio de Pedrinhas, cabeças são cortadas. Resta saber se, para além dos muros da prisão, alguém um dia irá para a guilhotina.

*Artigo publicada na edição deste domingo (12) na Folha de São Paulo

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REIVINDICAÇÕES OU POLITICAGEM?

O Sindicato dos Professores de Colinas, presidido há séculos pela professora Ana Paula, prima do ex-deputado Zé Eider e adversário político do prefeito Antonio Carlos, colocou alguns professores em frente à prefeitura municipal no final da tarde de ontem para reivindicarem um abono salarial que deveria ser pago a todos os efetivos da rede municipal de ensino, segundo cálculos da própria presidente. Alegam para tanto que na gestão da ex-prefeita Valmira todos os finais de ano, mais precisamente no mês de dezembro, esse tal abono era pago religiosamente, sendo que no último mês da fatídica gestão foi uma quantia até generosa.

O que o sindicato – que sempre foi usado politicamente pela professora Ana Paula e vai ser usado mais do que nunca nesse ano eleitoral para beneficiar o primo que é candidato a deputado estadual – não informa é que no último mês da gestão da ex-prefeita Valmira (dezembro/2012) entraram nos cofres da prefeitura colinense a exorbitante quantia de R$ 17.205.067,90, sendo que desse valor quase R$ 10 milhões foram destinados para a educação, e que no mesmo período (dezembro/2013) na gestão do prefeito Antonio Carlos só entraram pouco mais de R$ 4 milhões no total. Se quisessem de fato ser honestos e não apenas empunhar bandeiras e gritos de guerra eleitoreiros, o sindicato, seus dirigentes e professores deveriam informar também esses dados ao povo colinense.

Tenho a mais absoluta certeza que o prefeito Antonio Carlos jamais se furtaria a pagar qualquer quantia que eventualmente se configurasse como sobras dos repasses do FUNDEB ou daria qualquer outra destinação a tal, estendendo aqui o mesmo entendimento à secretária Mauricélia Matos. Não sei o teor da reunião realizada ontem entre o sindicato dos professores e representantes da prefeitura colinense, mas certamente não deve ter havido nenhum acordo nesse sentido.

O uso político do sindicato é tão evidente que alguns professores que eram totalmente contra o órgão e contra sua presidente Ana Paula nas gestões de ZH/Valmira, chegando inclusive a pregar a não-filiação de docentes – cito aqui as professoras Sâmia Gomes, Maria Aparecida e outras, que ocupavam inclusive cargos em comissão na pasta secretariada por D. Wilma – hoje estão lado a lado com Ana Paula pregando “melhorias no ensino e melhores condições de trabalho pra categoria”. Mas no fundo mesmo o que cada um deles quer é puxar sardinha pro seu lado e beneficiar os chefões de seus respectivos grupos políticos. Ana Paula quer dividendos eleitorais para o primo, enquanto Sâmia, Maria Aparecida e outras, que não saem da cozinha dos Brandão, não pensam noutra coisa que não na reeleição de Carlos e no distante pleito de 2016.

Dizer que o prefeito Antonio Carlos usou dinheiro do FUNDEB para se beneficiar, sem provas e baseado em erros de digitação de dados, como fez o vereador Osvaldinho, espécie de boneco de ventríloquo de Ana Paula e Zé Eider, é a maior calúnia que esses que respiram política 24 horas por dia poderia fazer.

Deveriam, sim, pensar a cidade como um todo e colocar o sindicato à disposição dos professores para reivindicações sinceras e plausíveis, não apenas para ser usado politicamente para “queimar” a imagem do gestor atual e beneficiar A ou B, como querem.

Simples assim.

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