Jatobá: Genésio Lima fala sobre a Escola Aluísio Azevedo, considerada a pior do Brasil

 

Ganhou as manchetes dos principais jornais e blogs do Maranhão o fato da escola Aluísio Azevedo, no município de Jatobá, ter sido considerada a pior escola de ensino médio de todo o Brasil. Em resposta, o diretor geral da instituição, Genésio Lima, divulgou em sua página pessoal no Facebook um relatório explicando as possíveis razões que tenham levado a escola a essa condição. Veja abaixo:

RELATÓRIO SOBRE ENEM 2013 – C.E. ALUISIO DE AZEVEDO –ANEXO-CACHIMBOS.

O Centro de Ensino Aluisio de Azevedo, Anexo- Cachimbos ,localizado na zona rural do município de Jatobá, possui 3 turmas, no total de 75 alunos (1ª,2ª,3ª série) do ensino médio no turno noturno, com alunos, tendo como diretora Auxiliar: Karla Rodrigues e geral: Jose Genésio Lima da Silva, ficando uma distancia da escola mãe, 25 km.

Os professores em sua maioria absoluta são contratados anualmente e 99% reside na cidade de Colinas MA, vão até a escola sem ajuda de custo. A escola supra não possui secretário, agentes administrativos e nem técnicos. esta característica também é da escola mãe, impossibilitando o gestor geral de fazer visitas frequentes.

A Escola é situada em uma comunidade rural, onde o modo de subsistência é a agricultura familiar funcionando em prédio cedido pelo município, não possui laboratório, biblioteca e sala de leitura. Onde os professores em sua maioria ministram aulas que não são de sua formação pedagógica, carecendo de profissionais das áreas de matemática, química, física e geografia. Funciona desta forma desde de sua fundação.

A comunidade apresenta características rurais e urbana no que se refere a influencia de drogas e consumo de bebidas alcoólicas. Os jovens tem pouca expectativa quanto a inserção no mercado de trabalho e continuidade dos estudos. Quadro que possibilita o êxodo rural constante, Somado a realidade local que não os permitem sonhar com melhorias. Falta a esta escola, estrutura, tanto de equipamento e material, quanto de apoio pedagógico. Aliado a tudo isso, têm-se o fato deque os alunos do ensino médio com idade entre 14 e 18 anos na sua maioria, estarem cursando em um turno impróprio para a idade série. Ou seja, a oferta do Ensino médio nesta localidade é ofertado no noturno, contraria as recomendações do próprio MEC que define que tais alunos deveriam estudar no turno, diurno.

O Centro Ensino Aluisio Azevedo tem coragem de fazer educação, coragem de caminhar pra alcançar resultados e tenho certeza de que este resultado servirá de forma plausível para sairmos de um resultado injusto, onde 14 alunos representaram os conhecimentos de 75 estudantes deste anexo. Os problemas dos anexos são bastante conhecidos, não obstante, as três escola citadas são anexos e isso deve-se a inúmeros fatores citados a cima. Não acredito em uma avaliação que rotula e prioriza o preconceito como metas. Haveria de se levar em consideração o IDH de cada região, o que se percebe é um universo de processos educacionais sem nivelamento e uma terrivel falta de políticas publicas que diminua este hiato tão severo que habita nas escolas de todo o Brasil.

Toda história construída e compartilhadas por professores, alunos, pais , diretor e comunidade nesta escola supra, jamais será posta em um quarto escuro ou no esquecimento de quem quer que seja. Temos força e alma. Temos coragem pra melhorar . Que venham as críticas infundadas daqueles que de nada sabe de educação ou daqueles que acham que sabem. Sei dos que espiam de longe de sorriso largo e olhos redondos de soberbas. Este resultado não condiz com a competência dos profissionais do Anexo. Você que é professor e compartilha dos nossos anseios de crescimento, somos todos agradecidos, ao contrário, tenho pena de você, lamentavelmente, você, não faz jus da magistratura que tens, quer dizer, nem sei se podemos chamar de tal forma. O professor que faz festa e fala de modo alegre com tal resultado, tem que deixar de fazer educação, pois este resultado reflete diretamente no teu trabalho. Amo educação, amo o que faço e neste universo pedagógico vivo a concretude das realizações educacionais do meu Município, do meu Estado e do meu Brasil!

Maranhão: pior escola do Brasil não tem biblioteca e quadra de esportes

Do Correio Braziliense

O Centro Educacional Aluizio Azevedo do município de Jatobá, no Maranhão, ocupa o último lugar na lista de avaliação das escolas do Brasil. As notas foram baseadas no desempenho dos alunos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicado em 2013.

Localizada na zona rural, a 433 km da capital São Luiz, a escola atende cerca de 200 alunos de baixa renda e dispõe de seis salas de aula. De acordo com Jenésio Lima, diretor da instituição de ensino, no local, não há biblioteca, sala de leitura ou quadra de esportes.

No entanto Lima afirmou ao Correio que a estrutura não afeta diretamente no aprendizado. “Nós incentivamos os adolescentes a participarem do Enem. É injusto avaliar tão mal a escola com base na nota de 14 alunos”, disse.

A média da unidade de ensino divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é de 397,03 e equivale a pouco mais da metade da nota da melhor escola do país. O Centro Educacional Aluizio Azevedo não é o único a integrar o ranking das piores escolas, duas unidades do interior do Maranhão integram a lista. Uma  aparece na penúltima posição e outra é a sexta pior escola.

FIQUE DE OLHO: liberada parcela de R$ 347 mil para construção de um mercado do produtor rural em Colinas

 

convenio

O Ministério da Integração Nacional liberou para a Prefeitura Municipal de Colinas no último dia 9 de dezembro uma parcela no valor de R$ 347.191,56 para a construção do mercado do produtor rural no município.

No total, o convênio de nº 763162, assinado entre prefeitura e ministério, vai destinar R$ 867,978,90 para a construção de um galpão do mercado com área estimada em 1993,50 metros quadrados que servirá para pequenos animais e terá ainda banheiros e um jardim, conforme se ver na discriminação acima.

Resta agora a população ficar de olho na aplicação correta do recurso e acompanhar passo a passo a construção da obra.

05 de Outubro

 

 Jarbas Couto e Lima

jarbas1Foi na esteira do bom augúrio de 05 de outubro, que se deu, em 1143, a independência do Condado Portucalense, de cuja liberdade nasceria o reino de Portugal, nação da qual descendemos. Num outro 05 de outubro, no ano de 1897, chegou ao fim o massacre do povo de Canudos pelo exército brasileiro. 05 de outubro traz mesma sina em que findam opressões populares e renascem promessas de novos governos, mais democráticos.

Está registrado também, nos anais do Congresso Nacional, que foi no dia 05 de Outubro de 1988 a sessão solene de promulgação da atual Constituição da República Federativa do Brasil. Naquele dia, quando a cerimônia foi encerrada, concluía-se a transição de uma ditadura de mais de 24 anos e o surgimento de um novo período histórico, a partir do qual passava a vigorar a democracia que, com todas as suas imperfeições, é o regime político mais seguido no mundo todo. A partir daquele dia, então, extinguiram-se diversas arbitrariedades. Como, por exemplo, tornou-se ilegal o poder que tinha a polícia de realizar operações de busca e apreensão sem autorização judicial. Operações essas que resultaram em muitos desaparecidos e torturados e que ainda resultam numa cultura policial de brutalidades. Foram muitas as conquistas políticas e sociais alcançadas na letra da Constituição Brasileira das quais desfrutam as novas gerações, mesmo sem saber quanto custaram.

Ironicamente, naquela sessão, o presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães estava acompanhado do então presidente da República, José Sarney. Olhando as imagens daquele dia, não se pode deixar de perceber as mãos trêmulas de Sarney ao pronunciar seu juramento à nova constituição.

Passados 26 anos daquela sessão solene, o que dela ainda reverberou no último 05 de Outubro no Maranhão, porém, não foi aquela indecifrável tremedeira. Neste nosso 05 de outubro de 2014, um momento tão solene quanto a promulgação da constituição, ainda ecoam as palavras pronunciadas por Ulisses Guimarães: “no que tange à Constituição, a Nação mudou. A Constituição mudou na sua elaboração, mudou na definição dos poderes, mudou restaurando a Federação, mudou quando quer mudar o homem em cidadão, e só é cidadão quem ganha justo e suficiente salário, lê e escreve, mora, tem hospital e remédio, lazer quando descansa.” 

A eleição de Flávio Dino é também um eco da Constituição de 05 de Outubro de 1988 que, em seu Artigo 14, rege que “a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei”. Foi através dela, enfim, que os maranhenses escolheram dar um basta no arbítrio institucionalizado e iniciar um período democrático de ordem semelhante àquela de 1988. A eleição de Flávio Dino rompe um ciclo de autoritarismo disfarçado que já dura mais de 40 anos, retroalimentado não diretamente pela força militar, mas, sobretudo, por uma estrutura política viciada, que impunha até então, o domínio de um grupo oligárquico e sua rede de asseclas mantida com dinheiro público. Basta uma olhadela para como o palácio Roseano era ocupado e preparada sua corte, para perceber que o que se prenuncia com Flávio Dino, nesse plano, adquire ares de Outubro Vermelho. 

Todavia, são constitucionais e expressam o poder do povo as mudanças que se iniciam com a eleição de Flavio Dino. Visto as vicissitudes pelas quais passou e passa o estado, representam mesmo o início de um novo regime político no estado do Maranhão. Ponha-se em prática a Constituição e faremos a passagem para a República. 

Do ponto de vista dos procedimentos políticos, não se impões que Flávio vá além de Ulisses, não o herói de Homero com seu cavalo de Tróia, mas o dos princípios constitucionais. E já terá feito muito! Flávio Dino, por si mesmo, já é a possibilidade de fazer, com lições de política, ética e justiça, com que o Maranhão torne-se um estado republicano. E que mude o homem maranhense em cidadão, lembrando a definição daquele 5 de Outubro constitucional: “só é cidadão quem ganha justo e suficiente salário, lê e escreve, mora, tem hospital e remédio, lazer quando descansa.”

Colinas, um cemitério de obras inacabadas…

 

foto 3Foi um equívoco o filho do prefeito de Colinas, quem de fato decide qual empresa vai fazer essa ou aquela obra, ter permitido que a empresa LF Construções ganhasse tantas (quase todas) licitações no município.

Até o mais inocente dos seres de Colinas sabe o que de fato há por trás dessa onipresença da LF em todas as áreas, controlando desde o dinheiro destinado à limpeza pública e transportes até a mais cara das obras.

E a LF não ganha as mais importantes licitações porque oferece o menor preço ou as melhores condições para a execução das obras, como manda a lei. Ganha porque pertence aos amigos pessoais do filho do gestor e porque o lucro de tudo será/é dividido entre eles.

Senão, como explicar que uma empresa que não tem sequer uma sede ou uma enxada pra cavar um buraco possa ser responsável por tantas obras e serviços? E lógico que o resultado não poderia ser diferente do desastre que se ver em Colinas.

Juntando tudo, a LF dos amigos do filho do prefeito já vai abocanhando quase R$ 30 milhões em obras e serviços no município. E até agora o povo não viu as obras e nem tão pouco usufruiu dos serviços. Mas certamente todos os pagamentos já foram devidamente realizados.

Sem experiência alguma no mercado e sem profissional capacitado, a LF transformou a cidade num cemitério de obras inacabadas. E as que foram dadas como concluídas foram mal feitas e com material de baixíssima qualidade.

foto 1Tomemos como exemplo a pavimentação asfáltica de várias ruas da cidade, cuja licitação foi vencida pela LF. Quem mora em Colinas sabe que é um dos serviços mais porcos que já se viu em todo o município.

Nas ruas do bairro Curimatã (fotos), com pavimentação recente, o asfalto colocado pela LF não resistiu a uma chuva. E o que antes era só poeira, agora virou um mar de lama sem fim.

E toda essa desgraça do Curimatã se deu justamente porque essas ruas não receberam a drenagem necessária para o asfalto e, após a colocação, não foram feitas as sarjetas necessárias para escorrimento da água que cai das chuvas e nem meios fios.

E o que era pra ter sido um benefício para a população que há anos esperava pelo tão sonhado asfalto se transformou num pesadelo sem fim.

A culpa é do sofá

 

A mulher traiu o marido no sofá da sala. Indignado, o marido botou a culpa no sofá e o tirou de lá.

O prefeito Antonio Carlos chamou o vereador Abmael Feitosa de idiota, insultou o vereador Osvaldinho Damasceno e mandou que Edilson Magalhães usasse o espaço que tem na TV Difusora Colinas, cujo direito de transmissão pertence ao prefeito, para atacar seus adversários.

Mas os aliados do alcaide não consideram grave esse lamentável episódio. Para eles, o uso político de uma concessão pública de tv para atacar adversários políticos não pode ser considerado grave.

Grave mesmo, segundo esses aliados, foi a gravação que fizeram de maneira clandestina. Canalhice foi o ato de gravar a conversa do prefeito com seu comentarista e divulgá-la, não o conteúdo da gravação. 

Não dar pra mensurar o tamanho dessa calhordice e nem sua gravidade.

De todo modo, seria interessante que a TV Difusora de São Luís e a Anatel fossem informadas desses absurdos que acontecem em Colinas.

Obras da ponte da Trizidela estão a passos de tartaruga…

 

ponte

Como já foi dito aqui, a primeira licitação para construção da ponte de cimento que ligará o centro da cidade de Colinas ao bairro Trizidela foi vencida pela empresa Rio Preto Construções, de origem desconhecida tanto pelo prefeito municipal quanto pelos responsáveis pela CPL do município. E isso ficou comprovado quando descobri que na verdade tratava-se de uma empresa fantasma que estava nas mãos de laranjas e que não tinha sequer uma sala pra chamar de sede.

Aí, com receio de um eventual escândalo caso viesse a público esse fato, os responsáveis pelas obras em Colinas trataram de cancelar o contrato com a Rio Preto Construções, que já tinha até recebido R$ 100 mil adiantados (será se a grana foi devolvida?) e fizeram novo procedimento licitatório.

Para minha surpresa e de muitos colinenses a nova licitação para a construção de uma ponte de R$ 2,5 milhões foi vencida pela novata LF Comércio e Construções, empresa de propriedade de dois amigos íntimos do filho do prefeito, fato que por si só já poderia ser considerado promíscuo e chamado a atenção do omisso Ministério Público de Colinas que, sabe-se lá por quais razões, prefere fechar os olhos para tudo que vem acontecendo na atual gestão.

Mas o mais interessante nisso tudo é que tanto a empresa Rio Preto como a LF Construções exigiram que a responsabilidade da obra ficasse com o engenheiro Ricardo Modesto Filho, irmão do prefeito e com histórico profissional já conhecido por todos os colinenses. E é justamente aqui que mora o perigo. Minha desconfiança e descrença no sucesso da obra vem daí.

Vejamos: passados quase oito meses do início das obras, o que se ver no local são apenas o esqueleto da antiga ponte de madeira que ainda serve de passagem pra alguns pedestres e um gigantesco aterro de barro feito na cabeceira do lado da Trizidela. E dia sim dia não aparece um ou outro operário empurrando um carrinho de mão cheio de terra. Cimento mesmo, por assim dizer, nunca se viu por lá.

Qualquer leigo em obras de engenharia de média complexidade que visitar o local vai perceber que algo de muito errado (e estranho)  está acontecendo, principalmente pelo ritmo lento dos trabalhos, que anda a passos de tartaruga. E quem olhar de perto duvidará se aquilo ali ficará pronto no prazo estipulado pela prefeitura.

E caso algo dê errado ou não saia como o esperado pela população, a culpa será inteiramente de quem deixou um trabalho tão importante como esse ficar a cargo de uma empresa pequena sem qualquer tradição no ramo da construção civil e sob a responsabilidade de Ricardinho.

Em tempo I: assim como outras obras em Colinas, a ponte da Trizidela caminha a passos largos pra se igualar as demais que estão sendo realizadas pela LF Construções. E o que é motivo de orgulho para o governo, que não se cansa de divulgar que o município se transformou num canteiro delas, é na verdade um mundaréu de obras inacabadas ou com conclusão de péssima qualidade, como é o caso da pavimentação asfáltica do bairro Curimatã que não resistiu a uma chuva.

Em tempo II: já se fala a boca miúda nos corredores da Câmara Municipal de Colinas da criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, para investigar algumas dessas obras, bem como os pagamentos que já foram realizados. Alguns vereadores de oposição já se posicionaram contra, mas é bem provável que mudem de idéia com o desenrolar de alguns fatos que podem acontecer até o final do ano.

O perfeito (in)prefeito e a razão da escravidão

 

Jarbas Couto*

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A decepção é um dos sentimentos mais constrangedores. Simplesmente, porque é fruto da confiança, do amor e da expectativa não correspondidos. É inegável, há muitos colinenses decepcionados. Já estou achando chato o encontro com conterrâneos. Lá vem a pergunta jocosa: “…e o prefeito?”. A paciência do povo tem limite. Depois de todo esse tempo, vive-se uma ressaca de expectativas. Ressaca de não mandato. Como se a confiança num candidato tido por todos como honrado, competente, voluntarioso, cuja candidatura representou os mais altos interesses públicos do município, fosse massacrada pela atitude comezinha, trivial, descomprometida.

Em que pese minha admiração e amizade pela pessoa que ora ocupa o cargo, não se pode fugir ao enigma colinense de hoje, que consiste no seguinte: como se faz de um promissor candidato um perfeito (in)prefeito? A desculpa de que tratar a viúva como sua é um vício tradicional não serve como resposta. Os grandes homens inventam comportamentos menos viciosos, em vez de usar a tradição para justificar os maus hábitos. A receita caseira que os cozinheiros da viúva conhecem, e vivem a propagá-las por aí, talvez explique melhor a metamorfose. Eis como a descrevem os fiéis cozinheiros:

1) Uma colher de sopa de patrimonialismo despudorado (incapacidade de estabelecer limites entre público e o privado). Assim, distribuem-se cargos e contratos públicos entre parentes transformando-os em fontes de enriquecimento da família.

2) Uma porção de empregos e favores para aqueles que haviam tido sempre uma postura crítica em relação a iguais desmandos praticados por antecessores. Logo, calam-se as vozes críticas da cidade e excluem-se os debates públicos.

3) Uma pitada de repulsa quanto a quaisquer demonstrações e ofertas de contribuição competente. A própria competência passa a ser vista como ameaça à incompetência de parentes e amigos presenteados com o chapéu do povo.

4) Um caminhão de insensibilidade com a situação de um dos municípios mais pobres do país. De forma a se colocar interesses pessoais e familiares acima das nobres tarefas públicas que o cargo encerra.

5) Copos bem cheios de insensatez para conduzir os parcos recursos públicos municipais aos bolsos do luxo, da riqueza e do poder. Enfim, daqueles que, quando não os tem de sobra, tem as melhores chances de cuidar de suas vidas sem precisar se beneficiar de recursos públicos de um dos municípios mais carentes do interior do Maranhão.

A perfeita abdicação do cargo é uma opção de quem o tem. E não seria um problema meu, se não representasse mal pior para meus irmãos de mesma terra. Se não tirasse o pão da boca de meninos colinenses miseráveis e drogados. Se não fabricasse a mão de obra escrava que o município exporta. Se não subtraísse a possibilidade de salários dignos a professores e servidores municipais concursados. Se não eliminasse a chance de estudantes frequentarem boas escolas e universidades no município. Se essa lama toda não poluísse mais ainda o rio, nem mantivesse a desorganização mortífera do trânsito. Um colinense zeloso não pode, simplesmente, cobrir tudo isso com uma camada de desfaçatez a engordar seus prazeres compartilhando fatias do bolo da indiferença.

*Jarbas Couto é Professor da Universidade Federal do Maranhão; Possui Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão (1993), Especialização em Psicolinguística pelo Departamento de Psicologia da UFMA (1995), Mestrado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (1998) e Doutorado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (2005).

Everton Costa e outros colinenses são demitidos por Roseana de sinecuras no governo do Estado

 

A governadora Roseana Sarney demitiu vários funcionários da Secretaria de Saúde em diversos municípios do Maranhão. De Colinas entraram na degola o ex-prefeito Everton Costa e seu genro Rômulo Mendes, que recebiam uma bolada sem dar um prego numa barra de sabão, dentre outros.

Veja abaixo a lista dos degolados por Roseana:

FRANCISCO EVERTON MACEDO COSTA – Gestor de Unidade de Saúde, da Região de Colinas – DGA

RÔMULO TADEU OLIVEIRA MENDES – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, da Região de Colinas – DAS -1

MARIA GRACY FONSECA E SILVA PEREIRA – Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológica, da Região de Colinas – DAS-1

ADRYANA COELHO DE OLIVEIRA – Chefe do Setor de Educação em Saúde, da Região de Colinas – DAS- 1

MÁRCIA LUZIA BANDEIRA GUIMARÃES – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Colinas – DAS-1

EMANUEL FERNANDO ALVES DA SILVA – Assessor Técnico, da Região de Colinas – DAS-3.

Churrascaria Terraço inaugura nova sede em Colinas

 

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Com 30 anos de uma história construída à base de muito trabalho e dedicação de seus proprietários, a Churrascaria Terraço inaugurou sua nova sede na Avenida Coronel Trajano Brandão, no centro de Colinas.

Com as novas instalações da Terraço, a qualidade do atendimento, reconhecida por todos os clientes e que já vem desde a antiga sede, vai ser mantida, porém com mais conforto e num ambiente totalmente climatizado, conforme frisou seu proprietátio João Elias.

A Churrascaria Terraço, cuja especialidade é o churrasco de carne bovina e suína, com destaque pra costelinha, é conhecida também pela deliciosa galinha caipira e peixada servidas aos seus clientes e pela variedade de saladas e outras comidas típicas da região.

Diversas personalidades de Colinas e região e a população em geral compareceram na inauguração da nova Terraço.

Confira abaixo mais alguns registros do fotógrafo Baixinho do mais importante espaço gastronômico de Colinas. Vale a pena conferir.

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